Olha a noite, Olha a noite, Eu sou um pobre jornaleiro, Que não tenho paradeiro, Ai, ninguém tem vida assim, Digo adeus a toda gente, As vezes fico contente, Ninguém tem pena de mim.
Eu vivo sempre a sofrer, Óh, que destino é o meu, Eu que fui sempre jogado, Vou vivendo amargurado, Óh que sorte Deus me deu.
Olha a noite, Olha a noite. Eu vivo sempre a sofrer, Óh, que destino é o meu, Eu, que fui sempre enxotado, Vou vivendo amargurado, Óh, que sorte Deus me deu.
Olha a noite, Olha a noite. Quando o sol vai se escondendo, Eu vou me entristecendo, Porque tenho coração, Vivo sempre amargurado, Como as folhas a meu lado, Cumpri com a minha missão.
Eu vivo sempre a sofrer, Óh, que destino é o meu, Eu, que fui tão maltratado, Vou vivendo amargurado, Óh, que sorte Deus me deu.
Olha a noite, Olha a noite, Olha a noite, Olha a noite.
Compositor: Heitor dos Prazeres (UBC)Editor: Irmaos Vitale (SOCINPRO)Publicado em 2009 (05/Mai) e lançado em 1959 (30/Jan)ECAD verificado obra #3121237 e fonograma #1508972 em 04/Abr/2024 com dados da UBEM