Todo homem tem seu preço todo santo tem seu dia. Mundo velho está mudado de quando os avós vivia. Quando a palavra de um homem mais que dinheiro valia. Pra se firmar um negócio documentos não havia. Arrancava um fio da barba e dava por garantia.
Não usava documentos como nos tempo atuais. Para tratar com um homem costumava pensar mais. Porém quem desse a palavra por nada voltava atrás. Honrava o de dizia mesmo com riscos fatais. Hoje a palavra de honra manter ou não tanto faz.
Hoje tudo está mudado pra ninguém isso é segredo. A moral de certos homens está servindo de brinquedo. Quando para volta atrás muda a verdade por medo. São simples monte de gelo que se passa por rochedo. Pra encontrar muitos deles não precisa sair cedo.
Quanto mais o tempo passa mais se perde a tradição. Filhos de homem direito perde o nome em tabelião. O bom conceito que herdaram se vai nos golpes que dão. Não importa a honra da casa querem ser mais do que são. Pra se andar nas alturas deixa a moral lá no chão.
Compositores: Jose Dias Nunes (Tiao Carreiro) (UBC), Pedro Tomas de Aquino (SICAM)Editores: Fortuna (UBC), Latino Editora (UBC)Administração: Warner (UBC)Publicado em 2004 (25/Mai)ECAD verificado obra #39988 e fonograma #665958 em 10/Abr/2024 com dados da UBEM