Esse é o lugar onde os nossos amigos vão Onde muitos saem sujos, de onde poucos voltam sãos Esse é um quadro de cores modernas De futuros pintores em promissoras sequelas Não chame os seus irmãos, ninguém vai reconhecer Mesmo que você os conte a merda Em que estão tentando se meter!
Essa é a casa dos desajustados Um passo atrás é um na frente no alvo almejado Isso é um zoológico, um circo e um hospício Onde imaginamos como seria um vício Não chame os seus irmãos, ninguém vai reconhecer Mesmo que você os conte a merda Em que estão tentando se meter!
Me faça o favor e me diga o que eu fiz Me diga onde eu deixei tudo por um triz Esclareça essa mente inóspita
Eu me perdi no meio do calor do seu nome E pensei que amor se escrevia com p-e-c-a-d-o Nunca tão junto, mas nem sempre tão só
Sábios, santos, sujos e selvagens... (uh...) Sábios, santos, sujos e selvagens... (uh...) Sábios, santos, sujos e selvagens... (uh...) Sábios, santos, sujos e selvagens... (uh...)
Me faça o favor e me diga o que eu fiz Me diga onde eu deixei tudo por um triz Esclareça essa mente inóspita
Entre se perder e se encontrar: a cicatriz Por muito tempo ainda atada e amarrada com um nó P-e-c-a-d-o: você mal desata e já faz outro nó.
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Compositores: Caio Rafael Evangelista Araujo (Caio Evangelista) (UBC), Gabriel Aragao de Carvalho (Gabriel Aragao) (UBC), Nicholas de Melo Magalhaes (Nicholas Magalhaes) (UBC), Rafael Martins Freitas Barbosa (Rafael Martins) (UBC)Editor: Selvagens A Procura de Lei (UBC)Administração: Warner (UBC)Publicado em 2011 (09/Dez) e lançado em 2011 (01/Dez)ECAD verificado obra #19955545 e fonograma #2342350 em 19/Abr/2024 com dados da UBEM