Se permita ser Qualquer coisa menos superficial Qualquer coisa que elevem os teus sonhos Mas fujam do mundo imoral
Deixa eu te dizer Que o amor é fogo que arde forte para dois Que muda tudo, finda o peito E só depois Te enche de pleno prazer
A gente sofre a dor da sorte E se parte para vencer É pura morte, desventura Viver de vaidade para quê?
Hoje a gente vê Que o dia é duro para chegar até o final Que cada um possui uma dose de demônios E a luta é um feito fatal
Fácil perceber Que o padrão virou doença secular Moldar o corpo se tornou tão instintivo E a mente parou de malhar
A gente sofre a dor da sorte E se parte para vencer É pura morte, desventura Viver de vaidade para quê?
Tudo tem um jeito Tudo tem um preço O apreço é o preço da hora É tudo questão de ser
Somos o que somos Somos quem seremos Somos o aqui, o agora Somos iguais ao morrer
A gente sofre a dor da sorte E se parte para vencer É pura morte, desventura Viver de vaidade para quê?
A gente sofre a dor da sorte E se parte para vencer É pura morte, desventura Viver de vaidade para quê?
Compositor: Romero Brito Cavalcanti Neto (Romero Ferro) (UBC)Editor: Rb Producoes ( R B Cavalcanti Neto ProducoesAdministração: Warner (UBC)Publicado em 2016 (25/Mai) e lançado em 2016 (01/Jul)ECAD verificado obra #14811707 e fonograma #12306941 em 10/Abr/2024