Logo mais, já na madrugada desta quarta-feira, a Portela encerrará os desfiles de 2025 na Marquês de Sapucaí prestando homenagem a Milton Nascimento em uma apresentação que promete emocionar.
Às 2h30 a escola entrará na avenida para celebrar a vida do cantor e compositor com o enredo "Cantar será buscar o caminho que vai dar no Sol Uma homenagem a Milton Nascimento". O homenageado estará presente no último carro-alegórico.
A "Majestade do Samba" se apresenta depois da Mocidade (22h00, com o enredo "Voltando para o futuro – Não há limites para sonhar"), Tuiuti ( "Quem tem medo de Xica Manicongo?", às 23h30) e Grande Rio ("Pororocas Parawaras: As Águas dos Meus Encantos nas Contas dos Curimbós" à 01h00).
Ouça o samba-enredo da Portela e, em seguida, confira a sua letra:
(Brian Ramos, Deiny Leite, Fabricio Sena Pereira, Felipe do Valle Pereira, Joao Pedro Campos de Andrade Figueira, Paulo Lopitas, Samir Trindade)
Milton Nascimento (Foto: @riocarnaval)
Iyá chamou Oxalá preto rei pra sambar Iyá chamou Oxalá preto rei pra sambar Anjo negro é o Sol que faz a Portela cantar Anjo negro é o Sol na minha Portela
Iyá chamou Oxalá preto rei pra sambar Iyá chamou Oxalá preto rei pra sambar Anjo negro é o Sol que faz a Portela cantar Anjo negro é o Sol na minha Portela
Manhã Alvorada das nossas lembranças Peito aberto, carrego esperança Do altar de São Sebastião Estou Onde a Mãe do Ouro me afaga E fiel, abraçado à Águia Vou partir em procissão Na fé Que faz do artista entidade E sagrada as amizades Ardem vozes, mil tambores Nas mãos Girassóis na travessia, minh'alma em cantoria Vem a tarde, vão-se as dores
Nessa estrada, é sonho, é poeira Passa o trem azul, sigo em paz Feito Rio, só me leva Pra Deus, filho de Maria Tantos mares em um cais Nessa estrada, é sonho, é poeira Passa o trem azul, sigo em paz Feito Rio, só me leva Pra Deus, filho de Maria Tantos mares em um cais
E as raízes se juntaram Na esquina, uniram a nação Venceram as lutas que travavam Pra ver Zumbi no céu da canção Noite apaga o arrebol Num milagre ser farol e continuar Quem acredita na vida não deixa de amar Quem acredita na vida não deixa de amar
Dorme a maldade após o temporal Na bandeira, a liberdade, vem Bituca triunfal Cheguei com meu povo, mesmo sentimento Onde Candeia é chama Brilha Milton Nascimento
Iyá chamou Oxalá preto rei pra sambar Iyá chamou Oxalá preto rei pra sambar Anjo negro é o Sol que faz a Portela cantar Anjo negro é o Sol na minha Portela Iyá chamou Oxalá preto rei pra sambar Iyá chamou Oxalá preto rei pra sambar Anjo negro é o Sol que faz a Portela cantar Anjo negro é o Sol na minha Portela
Manhã Alvorada das nossas lembranças Peito aberto, carrego esperança Do altar de São Sebastião Estou Onde a Mãe do Ouro me afaga E fiel, abraçado à Águia Vou partir em procissão Na fé Que faz do artista entidade E sagrada as amizades Ardem vozes, mil tambores Nas mãos Girassóis na travessia, minh'alma em cantoria Vem a tarde, vão-se as dores
Nessa estrada, é sonho, é poeira Passa o trem azul, sigo em paz Feito Rio, só me leva Pra Deus, filho de Maria Tantos mares em um cais Nessa estrada, é sonho, é poeira Passa o trem azul, sigo em paz Feito Rio, só me leva Pra Deus, filho de Maria Tantos mares em um cais
E as raízes se juntaram Na esquina, uniram a nação Venceram as lutas que travavam Pra ver Zumbi no céu da canção Noite apaga o arrebol Num milagre ser farol e continuar Quem acredita na vida não deixa de amar Quem acredita na vida não deixa de amar
Dorme a maldade após o temporal Na bandeira, a liberdade, vem Bituca triunfal Cheguei com meu povo, mesmo sentimento Onde Candeia é chama Brilha Milton Nascimento
Iyá chamou Oxalá preto rei pra sambar Iyá chamou Oxalá preto rei pra sambar Anjo negro é o Sol que faz a Portela cantar Anjo negro é o Sol na minha Portela Iyá chamou Oxalá preto rei pra sambar Iyá chamou Oxalá preto rei pra sambar Anjo negro é o Sol que faz a Portela cantar Anjo negro é o Sol na minha Portela