Já meio cambaia de tanta batalha Já meio grisalha de tanto sereno No colo moreno, escondendo a navalha Chegou tia eulália sondando o terreno
Veio, no calcanha, de além paraíba Dançando uma xiba, arrastando a sandália Enrolando o xale e a saia pra riba Separando briga de nego canalha...
Lêlê abre a roda, olalá Que eu quero ver tia eulália dançar
A voz clementina já bastante rouca É uma coisa louca a sinhá tia eulália Cigarro de palha no canto da boca Não dorme de touca e nunca se atrapalha
Ela é veterana da guerra da itália Mas inda estraçalha no bolimbolacho Quando bole em baixo tá com tudo em riba Quando cai na xiba, a casa vem abaixo...
Lêlê abre a roda, olalá Que eu quero ver tia eulália dançar
Já meio cambaia de tanta batalha Já meio grisalha de tanto sereno No colo moreno, escondendo a navalha Chegou tia eulália sondando o terreno
Veio, no calcanha, de além paraíba Dançando uma xiba, arrastando a sandália Enrolando o xale e a saia pra riba Separando briga de nego canalha...
Lêlê abre a roda, olalá Que eu quero ver tia eulália dançar
A voz clementina já bastante rouca É uma coisa louca a sinhá tia eulália Cigarro de palha no canto da boca Não dorme de touca e nunca se atrapalha
Ela é veterana da guerra da itália Mas inda estraçalha no bolimbolacho Quando bole em baixo tá com tudo em riba Quando cai na xiba, a casa vem abaixo...
Lêlê abre a roda, olalá Que eu quero ver tia eulália dançar (3x)
Compositores: Claudio Jorge de Barros (Claudio Jorge) (AMAR), Nei Braz Lopes (AMAR)Editor: Sony Music (UBC)Publicado em 1983 (03/Mai) e lançado em 1983 (01/Jun)ECAD verificado obra #5402468 e fonograma #442917 em 10/Abr/2024 com dados da UBEM