Vê minha gente Quanta graça do infinito Oi que milho mais bonito Que beleza de feijão
Até o pasto Tão viçoso e tão verdinho Parece que tem carinho Em tratar da criação
E o pomar Sombreiro convidativo Dá impressão que tem motivos Pra cobrir o chão de flor
Todos os anos Com seu jeito bem matuto Se orgulha em dar o fruto De legítimo sabor
Isso que é vida, minha gente Isso que é vida Vivemos no paraíso Bem distante da cidade
Aqui na roça Não existe correria Vai a noite, vem o dia Na maior tranquilidade
Ouço a cantiga Dessa água cristalina Que desce lá da colina E vem formando caracol
Aqui dá gosto De olhar pra toda a banda De sentar-se na varanda Para ver o pôr do sol
Aqui se toma Leite quentinho da serra O alimento vem da terra Bem fresquinho e bem sadio
Quando o inverno No horizonte se desenha Temos o fogão à lenha Pra nos aquecer do frio
Isso que é vida, minha gente Isso que é vida Vivemos no paraíso Bem distante da cidade
Aqui na roça Não existe correria Vai a noite, vem o dia Na maior tranquilidade
E esse silêncio Essa brisa fresca e calma Faz bem pro corpo e pra alma E nem se fala em poluição
No mês de junho Tem festança na igreja Muita moda sertaneja E arremate de leilão
E a criançada Pode correr à vontade Coisa que lá na cidade Não se deve confiar
Sinceramente Digo com toda a certeza Que a paz é a maior riqueza Que se pode conquistar
Isso que é vida, minha gente Isso que é vida Vivemos no paraíso Bem distante da cidade
Aqui na roça Não existe correria Vai a noite, vem o dia Na maior tranquilidade
Compositores: Israel Vilela Pinto (Israel Cabelereiro) (SICAM), Ledolina Neusa Santos da Silva (Nina Santos) (ABRAMUS), Manoel Adao da Silva (Manoelito Nunes) (ABRAMUS)Editor: Universal Music Publishing Mgb Brasil Ltda (UBC)ECAD verificado obra #3373710 em 10/Abr/2024 com dados da UBEM