Emperor

Infinity Burning (Medley / Live) (tradução)

Emperor

Live Inferno


Infinito em Chamas (Medley Live)


Enquanto a Escuridão avança pelas montanhas do Norte da

Noruega e o silêncio toma os bosques, desperto e me ergo

Na noite eu vagueio

Como em muitas noites antes

E como em meus sonhos, mas séculos atrás

Sob a Lua, sob as árvores

No Infinito da Escuridão, além da luz de um novo dia

Na natureza congelada e fria

Além do calor do Sol que morre

Ouço o sussurro do vento, as Sombras chamando

Eu olho para a Lua que concede

Visões nestas doze Noites de Lua

Cheia do ano

E a cada noite a luz dos

Discípulos sagrados se apaga

Envolto em trevas, cada vez mais escuro ao caminhar

Pelos bosques, nas sombras silenciosas


Enquanto o céu vai do escuro ao negro

Sussurros gelados queimam minha pele

Do nada ao mais profundo da minha alma, falam comigo

Lamento de tristeza, como o dom da dor

Uma Lua cheia e vermelha ilumina minha noite sombria

O raio rasga o céu e os trovões rugem

Na noite surge um caos de tempestades

Purgatório

Chamas ardentes capturam meus olhos

Nas sombras (tão escuras) ouço os coros de

Mal, uma "alegria" blasfema além da fantasia mais sombria

O Portão está aberto

Infinity Burning (Medley / Live)


As the Darkness creeps over the Northern mountains of

Norway and the silence reach the woods, I awake and rise

Into the night I wander

Like many nights before

and like in my dreams, but centuries ago

Under the Moon, under the trees

Into the Infinity of Darkness, beyond the light of a new day

Into the frozen nature chilly

beyond the warmth of the dying Sun

Hear the whispering of the wind, the Shadows calling

I gaze into the Moon which grants

me visions these twelve full Moon

Nights of the year

And for each night the light of

the holy disciples fades away

Benighted darker and darker as I walk

Through the woods, into the silent shadows


As the sky goes from dark to black

ice cold whispers burns my skin

From nowhere to the deepest of my soul they speak unto me

Grievance of sadness, like the gift of sorrow

A Moon, a bloodred full Moon lights my black hearts night

Lightning cracks the sky and thunders roll

Through the night a chaos of storms arise

Purgatory

Burning flames catch my eyes

Into the shadows (so dark) I hear the choirs of

Evil, a "joy" in blasphemy beyond my darkest fantasies

The Gate is open

Compositores: Vegard Tveitan, Tomas Haugen

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