Essa casinha, junto ao estradão faz muito tempo que parei aqui Vem minha velha, vamos recordar quantas boiadas eu já conduzi Fui berranteiro, e ao me ver passar você surgia acenando a mão Até que um dia, eu aqui parei preso no laço do seu coração
Refrão:
Vê, ali está o meu berrante no morão do ipê Vou cuidar melhor, por que foi ele, que me deu você
Me lembro o dia, que eu aqui parei pra aquela viagem, não cheguei ao fim Foi a boiada, e com você fiquei e os peões, dizendo adeus pra mim Vem minha velha, veja o estradão e o berrante que uniu nós dois Nuvem de pó, que para trás deixei recordação de um tempo que se foi
Refrão:
Pra'quele tempo, que bem longe vai O meu berrante, vem ficando além eco de choro, vindo do sertão Que ao recordar te faz chorar também não é de ouro o meu berrante não Mas, para mim ele tem mais valor por que foi ele que me deu você E foi você, que me deu tanto amor
Refrão:
Compositores: Joao Doracio (Carlos Cesar) (SICAM), Jose Fortuna (Ze Fortuna) (UBC)Editor: Peermusic do Brasil Edicoes Musicais Ltda (UBC)Publicado em 2001 (26/Abr)ECAD verificado obra #3047 e fonograma #1984 em 02/Abr/2024 com dados da UBEM