Você que tem a língua grande, igual lá do tamanduá E fala mau de todo mundo, e só de intenção de derrubar No dia em que você morrer Vai morrer pulando e fazendo careta porque o corpo vai no caminhão Mais a tua língua vai numa carreta Porque o corpo vai no caminhão Mais a tua língua vai numa carreta
De tanto tu me invejar, um dia eu ainda vou me ri de tu Tu vai meter o dedo a terra arcana buraco de uma boca do surucucu Tu vai meter o dedo a terra arcana buraco de uma boca de um surucucu
Você que tem a língua grande, igual lá do tamanduá E fala mau de todo mundo, e só de intenção de derrubar No dia em que você morrer vai morrer pulando e fazendo careta Porque o corpo vai no caminhão mas a tua língua vai numa carreta Porque o corpo vai no caminhão mas a tua língua vai numa carreta
De tanto tu me invejar, um dia eu ainda vou me ri de tu Tu vai meter o dedo a terra arcana buraco de uma boca de um surucucu Tu vai meter o dedo a terra arcana buraco de uma boca de um surucucu
Compositores: Carlos Lopes do Nascimento (Carlos Nascimento) (SICAM), Leonice Pantaleao do NascimentoEditor: Editora Amazonia (SICAM)ECAD verificado em 04/Abr/2024 com dados da UBEM