Vem, ó cigana bonita ler o meu destino Que mistérios tem Tu, com esses olhos de quem vê o amor da gente Põe nas minhas mãos o teu olhar ardente E procura desvendar o meu segredo A dor, cigana, do meu amor
Mas, nunca digas, ó zíngara que ilusão me espera que ha no meu futuro Só àquela por quem vou vivendo assim à toa Tu dirás, se a sorte sera ma ou bôa
Para que ela venha consolar-me um dia A dor, cigana, do meu amor
Compositores: Joubert Gontijo de Carvalho (Joubert de Carvalho) (SBACEM), Olegario Mariano (Tostes Malta) (SBACEM)Editor: Irmaos Vitale (SOCINPRO)Publicado em 1998 e lançado em 1997 (15/Ago)ECAD verificado obra #30047 e fonograma #2747582 em 02/Abr/2024