Com a minha voz clamo ao Senhor, Com a minha voz ao Senhor suplico. Diante dele a queixar-me eu estou, diante dele exponho a minha aflição.
Quando aqui dentro de mim esmorece o meu espírito, tu então conheces minha vereda. Olho à mão direita e vejo; não há quem me conheça, não há lugar onde me refugiar.
Ó Senhor, a ti clamei, pois tu és o meu refúgio e o meu tesouro entre os viventes. Vem, atende minha prece, pois estou muito abatido. Livrar-me vem do forte tentador.
Tira-me desta prisão e assim louvarei teu nome, e então os justos me cercarão. Meu Senhor, eu clamo agora: Oh, vem livrar minha alma e cantarei que me fizeste bem!