Analisando o céu azul (gente tirando da fonte) E o amarelo das estrelas (gente debaixo da ponte) Vou no verde do mar (vantagem que nem me conte) Do vermelho que mata (maldade que nem me conte) Analisando o céu azul (gente tirando da fonte) E o amarelo das estrelas (gente debaixo da ponte) Vou no verde do mar (vantagem que nem me conte) Do vermelho que mata (maldade que nem me conte)
Eu tava lá em cima da laje admirando o horizonte, gente Na cobertura, gente debaixo da ponte, gente Comprando água, gente tirando da fonte, gente Contar vantagem, vantagem que nem me conte O mutirão daquela casa é do tijolo até o rejunte E só pra mudar de assunto eu quero ver é gente junto, gente Que na batalha panca o dente na corrente, urgente Que na batalha panca o dente
Eu não sou vassalo e não vacile não, vassalo Oscile na cena, ressalto saia da cena Quando acontece é de repente não pode pedir dois alto Acontece de repente, não pode pedir
Analisando o céu azul (gente tirando da fonte) E o amarelo das estrelas (gente debaixo da ponte) Vou no verde do mar (vantagem que nem me conte) Do vermelho que mata (maldade que nem me conte) Analisando o céu azul (gente tirando da fonte) E o amarelo das estrelas (gente debaixo da ponte) Vou no verde do mar (vantagem que nem me conte) Do vermelho que mata (maldade que nem me conte)
Quem vai dar mais? Quem pergunta? E quem concorda? Pergunte ao ser humano, no final quem rói a corda? Diz quem? Quem vai dar mais? Quem pergunta? E quem concorda? Quem rói a corda? Quem vai dar mais? Quem pergunta? E quem concorda? Pergunte ao ser humano, no final quem rói a corda? Diz quem? Quem vai dar mais? Quem pergunta? E quem concorda? Quem concorda? Quem?
Melhor que comprimido é minha caneta! Quem vai vingar os oprimidos é o planeta Sampa estampa quanta anta a pampa nessa treta Quem leva as crianças não é o boi da cara preta, é o estado Ouvindo: Vai pra Cuba, dos pateta Desviaram a bola e quer pedir tiro de meta Se o ouvido é lúcido, perdidos vão as besta Meu país derrapa, faz a curva sem dar seta Quantas vez num fomo cemitério de poeta Nascedouro sério de ideia obsoleta Mesmo sem um mapa, seguimos escravo da meta Estranha quando apanha, cê caiu na mó boqueta Pobre é a engrenagem, aqui eu sonho de xereta Ouça yanomami depois vemos ver a greta Estúpido cupido te fez amar o capeta Tá ruim quando volta tipo efeito borboleta Meus mano barulha memo chega igual lambreta Drink colorido, pele escura e aba reta Na grelha cochicha a bisteca e a chuleta Tá mais-mais do lado nesse Sol tá mó tieta Capitão de areia minha dieta foi polenta Esperança é os pieve aí correndo, espoleta Pega essa visão pra ficar longe da gaveta Mira no horizonte que na laje eu sou um cometa
Analisando o céu azul E o amarelo das estrelas Vou no verde do mar Do vermelho que mata Analisando o céu azul (gente tirando da fonte) E o amarelo das estrelas (gente debaixo da ponte) Vou no verde do mar (vantagem que nem me conte) Do vermelho que mata (maldade que nem me conte)
Soul This sky is blue, yeah yeah
Ser humano pede a paz A terra berra há guerra derramando sangue Toda vez que tem dinheiro na história rói a corda No começo do seu lado, e no final quem rói a corda O vilão da segurança é o polícia que te aborda O milhão que enche a pança do político calhorda Diz que é feliz quando dorme E quando acorda bota implante no nariz E no final é só discórdia Diz que é feliz quando dorme E quando acorda bota implante no nariz E no final E no final E no final